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Mostrando postagens de junho 10, 2008

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA...

Um antigo abrigo nazista para ataques antiaéreos é hoje o mais novo museu particular de arte contemporânea da Alemanha. Aberto à visitação pública no último fim de semana, o prédio de cinco andares, localizado no centro de Berlim, passa a ser também um dos mais curiosos endereços da arte no país. Construído em 1942 sob supervisão de Albert Speer, arquiteto predileto de Hitler, o bunker de concreto maciço chegou a dar proteção a três mil pessoas de uma só vez durante os bombardeios aliados à capital do Terceiro Reich. Construído em 1942 para abrigar 2 mil pessoas, o bunker serviu mais tarde como depósito de frutas tropicais, prisão e discoteca Techno Logo na entrada, os visitantes são recebidos por um pesado sino que balança sem parar sobre suas cabeças. Silenciosamente, pois falta o badalo. A obra é do artista belga Kris Martin. Algumas obras foram adaptadas ao ambiente do bunker. O artista espanhol Santiago Sierra mandou cortar paredes com metros de espessura para que sua escultura...

Arte com letras, palavras e escrita: o humor de Marcos Chaves

Vácuo metal dimensões variáveis Espaço Cultural Sérgio Porto, Rio de Janeiro 1994 Fonte: http://www.marcoschaves.net/instalacoes/avulsas/vacuo_pt.htm

Artes visuais e a temática da morte: a ironia de Marcos Chaves

Death, Fevereiro 2002 - Fotografia, despertadores e ferro - 85 x 145 x 4 cm - Coletiva 1, Laura Marsiaj Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, RJ - Foto: Vicente de Mello Fonte: http://www.canalcontemporaneo.art.br/portfolio_obra_B.phpcod_atual=28&c_artista=7&img_atual=02

Entrevista com Marcos Chaves: os fundamentos da arte com humor.

Come into the (w)hole - Letras em recorte eletrônico - Arte Futura e Cia; Brasília, DF; Setembro 2002 - Foto: Juan Pratgnestós A seguir trechos da entrevista de Marcos Chaves à Graça Ramos, do Jornal Arte Futura. 1) O trabalho que você apresentou na bienal, intitulado “Morrendo de Rir”, lidava com a temática do riso, da gargalhada. São raros os artistas a lidarem com esse tema. A arte em nosso país se leva muito a sério? É incrível que depois de séculos de discussão não se consiga fazer uma distinção entre o riso e a seriedade sem colocá-los como oponentes. O humor, como intenção sincera, pode ser uma atitude política concisa, sem ser dogmática, bastante conseqüente. O riso é uma manifestação humana genuína (das hienas também, é claro). É pura espontaneidade. Temos que respeitar mais a alegria. Me acostumei a ironizar até os piores dias da minha vida. Nossa existência já é uma tragédia, talvez através do humor consigamos perceber algo além da nossa auto-indulgência. Na arte, a procura...

Artes Visuais com Humor: série buracos de Marcos Chaves

Buracos, 1996/2002 - fotografia 150 x 100 cm. Foto: Marcos Chaves Sobre a exposição na Galeria Arte Futura Marcos Chaves – Vazio e Totalidade LIGIA CANONGIA [...] A série fotográfica dos Buracos, a exemplo dos banquinhos, também alveja uma direção dupla: artística e política. Marcos Chaves apropria-se das “soluções” criativas do povo, ao tramitar, brincando, na área pública da “sinalização urbana”. Dadaísta de alma, o povo brasileiro das metrópoles inventa arranjos e justaposições irônicas e hilárias para driblar o descaso público, como os assemblages espontâneos que constroem para sinalizar os buracos das ruas. Chaves vê nessas “construções” verdadeiros readymades urbanos, prontos para serem clicados, numa apropriação rápida e eficaz dessas antiformas populares, plenas de humor. E a operação fotográfica, avesso radical da manualidade virtuose dos pré-modernos, é o instrumento perfeito para a captação necessariamente veloz desses “acidentes criativos”, com que nos deparamos no dia-a-d...

Artes Visuais com Humor: as placas de trânsito irônicas de Marcos Chaves

Deardeer, 2001 - Instalação, placas de trânsito - Liverpool Hope College/Plas Cardeon, País de Gales, Reino UnidoFoto: Geoff Molyneux Fonte: http://www.canalcontemporaneo.art.br/portfolio_obra_B.php?cod_atual=28&c_artista=7&img_atual=01

Artes Visuais com Humor: o riso-choro de Marcos Chaves

Morrendo de Rir, Abril 2002. Instalação, fotografias e som - XXV Bienal Internacional de São Paulo. Foto: Michael Wesely Sobre a XXV Bienal Internacional de São Paulo Quando o olho ri, ou vice-versa Tristeza demasiada ri. Riso demasiado chora. William Blake ADOLFO MONTEJO NAVAS - Rio de Janeiro, março de 2002 Para quem não conhece, mas também para quem conhece bem a obra anterior de Marcos Chaves (Rio de Janeiro, 1961), construída sempre sobre os parâmetros da apropriação e da intervenção, a chegada desta obra à Bienal não deve deixar de surpreender, pois a reconhecida chave do humor de seu trabalho, como recurso sinônimo de linguagem, aqui não se apresenta só como elemento, senão como fundamento, como uma declaração estética. O que à vista da seriedade de grande parte da arte última –às vezes de uma sagramentação conceitual que dificulta até o passo do ar– é algo mais que oportuno, faz que seja um trabalho mais procedente do que nunca. Como não podia deixar de ser, Morrendo de rir é u...

A África que pouco conhecemos: contrastando a pobreza e a miséria

Vista da região de Camps Bay, na cidade do Cabo, África do Sul Muito além dos safáris Quem pensa que só existe diversão selvagem na África do Sul, pode começar a rever os seus conceitos. O país é perfeito para quem gosta de fazer várias viagens dentro de uma mesma viagem. Motivos não faltam para conhecê-lo, a começar pela moeda do país, o Rand, que vale aproximadamente R$ 0,45 torna tudo muito mais em conta. O clima ameno no verão tem seu equivalente no inverno, o que possibilita ao viajante circular o ano inteiro, sem os eventuais problemas, comuns aos rigores das temperaturas mínimas da Europa ou América do Norte. Também deve ser levada em consideração a qualidade e o grau das atrações que, neste ponto podem ser comparadas à de qualquer país de primeiro mundo. Na Cidade do Cabo, por exemplo estão à disposição dos visitantes, praias belíssimas, reservas e parques nacionais, lojas e shoppings sofisticados, restaurantes, bares e cafés de nível internacional e o que é mais importante, u...