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sábado, 26 de maio de 2012

A morte na Arte de Antônio Lima.

Antonio Lima
Antonio Lima (João Pessoa, PB) é mais um dos destaques com suas obras. Leia sobre sua proposta:

Algumas questões óbvias na vida, na sociedade e na arte, nunca são verbalizadas ou expressadas, por serem obviamente desagradáveis, ficando sempre em segundo plano. Apresento abaixo duas obras que abordam algumas dessas questões.


A obra “Enfim Bom” sugere uma reflexão obvia acerca a esperança e a busca do reconhecimento, nem que ele seja póstumo. Bom filho, bom pai, bom marido, bom irmão, bom amigo, bom artista. Tal reconhecimento obviamente não serve para nada, mas acontece com freqüência. Depois da morte, sempre procuram um lado positivo do defunto. Um artista morto na maioria das vezes é muito bom! Mas, fica a pergunta: Bom para quê? Bom para quem?


A Instalação “In Memoriam” utiliza um espaço que obviamente é público para uma finalidade não óbvia, o sepultamento, este pode acontecer em vida mesmo, quando no horizonte não se acha uma perspectiva. Alguns espaços somente são públicos para uma finalidade ou perfil de usuário, predeterminados por valores impostos pela sociedade. Sepultemos o obvio, ele só serve para ser questionado.

Fonte:

http://www.olholatino.com.br/6bienaldoesquisito/index.php?option=com_content&view=article&id=74

Estão muito provocativos os trabalho deAntonio Lima, aluno da Licenciatura em Artes Visuais - UFPB. Explora um tema complexo, mas sempre atual, a finitude humana, a morte.


Erinaldo Alves

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