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Mostrando postagens de abril 23, 2008

ESCULTURAS DE LIXO

É o que faz o artista alemão H.A. Schult, de 67 anos. Acompanhado de seus bonecos – trash people –, Schult está rodando o mundo com a mostra-instalação Arqueologia do Presente, já montada em Colônia, Paris, Moscou, e também junto às pirâmides do Egito e à Muralha da China. Mil dessas esculturas de lata e embalagens plásticas estiveram recentemente na Piazza del Popolo, em Roma, e agora seguem para Barcelona e Nova Iorque. A excursão deve terminar na Antártida. Sua obra é um protesto contra o consumismo da sociedade contemporânea. H. A. Schult.Imagem: Internet. Trash Man, 1996 (1,78 X 0,60 X 0,35m). Escultor H. A. Schult. Imagem: http://www.goteborgcityairport.se/ Na Muralha da China, 2001.Imagem: http://www.fdcw.org/ No Cairo, 2002. Imagem: www.haschult.de Em Bruxelas, 2005.Imagem: carolien.eu Em Colônia, 2006.Imagem: http://www.henkel.com/ Em Roma, 2007.Imagem: Vincenzo Surace in http://www.panoramio.com/ Fonte da matéria: http://www.vivercidades.org.br/publique222/cgi/cgilua.exe/s...

E PRA LEMBRAR QUE OS BONÉS NÃO SÃO SÓ DE ADOLESCENTES...

OS BONÉS DOS FAMOSOS... O boné tipo boina usado nada mais nada menos por Jimmy Cliff. Fonte: http://www.reggae.com/artists/jcliff/index.htm

A morte nas artes visuais: fotógrafo alemão registra 'faces da morte'

O fotógrafo retratou os pacientes antes e depois da morte. Uma exposição que abre neste mês em Londres reúne retratos de 24 pacientes terminais antes e depois da morte. Fotógrafo alemão Walter Schels e a jornalista Beate Lakotta passaram um ano acompanhando pacientes em fase terminal em diversos hospitais na Alemanha para tentar revelar a opinião destas pessoas sobre sua condição e seu medo da morte e fotografar as pessoas mortas e vivas. As fotos estão reunidas na exposição Life Before Death (Vida Antes da Morte, em tradução livre), que traz 48 retratos de 24 pacientes terminais – de um bebê de 17 meses a um homem de 83 anos – antes e depois da morte. Segundo Lakotte, a intenção do projeto era tentar superar o medo da morte. "Nós todos sabemos que vamos morrer um dia, mas é difícil acreditar que realmente vai acontecer com a gente. Nossa motivação era tentar superar o nosso próprio medo da morte e o projeto tenta explorar esta questão", disse. Cada imagem traz um depoimento...

A morte nas artes visuais: artista alemão procura doente terminal para morrer em instalação

O tema morte é recorrente no trabalho de Schneider O artista plástico alemão Gregor Schneider está procurando um paciente terminal para participar de uma instalação na qual o doente morreria na galeria de arte. Marcelo Crescenti. De Frankfurt para a BBC Brasil Segundo Schneider, o doente passaria suas últimas horas de vida em uma galeria, no centro de uma instalação aberta ao público. De acordo com ele, todo o processo artístico seria preparado com o consentimento do paciente e de seus familiares, que poderiam determinar como o moribundo seria apresentado. Ele argumenta que tornar a morte pública pode servir para diminuir o medo das pessoas sobre o momento da morte. O artista afirma que a instalação apresentaria a morte de uma maneira respeitosa e humana, e com um mínimo de privacidade – o doente ficaria em um espaço fechado com acesso controlado. "Essa idéia já me persegue há mais de dez anos", disse o artista em uma entrevista à imprensa alemã. Polêmica A idéia de Schneid...

Quadro feito com dinheiro é roubado na Noruega

A tela continha cédulas no valor total de US$ 16,3 mil Após o roubo, o que restou foi a armação da tela O quadro do artista Jan Christensen, intitulado Valor Relativo, continha notas num valor equivalente a US$ 16,3 mil. Os ladrões entraram na galeria depois de quebrar uma janela. Na galeria, o que restou da obra foi a armação da tela, de 4 metros de comprimento por 2 metros de altura. A obra já havia sido vendida para um comprador norueguês pelo valor total das cédulas. "A obra foi vendida por nada, basicamente. Era apenas uma troca", disse Christensen à BBC "Debate" "Eu queria fazer um trabalho sem sutileza, com a intenção de criar um debate sobre o valor da arte, e sobre capitalismo e como o mundo da arte funciona", afirmou. Christensen disse que não sabe se vai fazer uma nova tela para repor a roubada. "Nós temíamos que algo assim pudesse acontecer", disse ele. Os ladrões conseguiram fugir com o dinheiro apesar das medidas de segurança adot...