Desde que deixei João Pessoa para morar em Macapá em junho de 2000, sempre que voltava de férias a cidade, mesmo revendo a família, os amigos, lugares, etc., sentia uma estranha sensação de saudade e distanciamento. Este sentimento iniciou-se logo após a morte dos meus pais em 2001, de minha mãe em abril, vítima de um câncer fulminante, e de meu pai, em agosto, por decorrência de problemas cardíacos. Porém, nestas micro-férias de janeiro deste ano, oito anos depois, foi a primeira vez que rever Jampa (João Pessoa) e tudo mais, não estava associado a dor e sofrimento daqueles dias. Talvez, por está retornando à cidade levando comigo o meu filho para conhecer a cidade e os outros membros da sua família. Ao me reencontrar com Erinaldo (ex-professor, tutor, chefe e hoje um querido amigo), e em nossas conversas relembrarmos momentos importantes dos tempos de UFPB, isso me permitiu falar pela primeira vez da minha produção artística relacionada aquela época marcada por essa experiência sofri...