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Mostrando postagens de maio 27, 2008

ESCULPINDO O CORPO HUMANO EM DETALHES HIPER-REALISTA

A nossa primeira reacção perante uma obra de Ron Mueck é de espanto. A nossa admiração surge quase instintivamente ao examinarmos os pormenores dos corpos humanos que invariavelmente são o tema das suas esculturas. Será o autor um artista ou apenas um excelente artesão - um técnico? É o próprio quem se coloca à margem desta polémica: "Jamais quis ser um escultor. Não sei bem porque faço isto mas não me imagino a fazer outra coisa. Não me considero um artista, isto é simplesmente a única coisa que sei fazer." Na verdade Mueck é um criador de marionetas. Natural da Austrália, instalou-se em Londres em 1983 para trabalhar com Jim Henson, o famoso criador da Rua Sésamo e d'Os Marretas. A experiência que adquiriu fez com que se aventurasse no mundo da publicidade como fabricante de manequins. A partir daqui a sua história é semelhante a um conto de fadas... Em 1996 a pintora portuguesa Paula Rego, há muito radicada em Londres, conheceu Mueck e encomendou-lhe um manequim de ...

A ARTE COM O CORPO HUMANO... OU É O INVERSO?

"A exposição “Corpo Humano como nunca o viu…” (”Bodies - The Exhibition”, no original), choca e ao mesmo tempo fascina milhões de pessoas em todo o mundo. A iniciativa mostra a anatomia do corpo humano em todas as dimensões, para tomarmos consciência da nossa complexa “máquina”. O método e a matéria-prima utilizados continuam a ser o centro da discórdia: Dezenas de cadáveres e centenas de orgãos. Aqui estão patentes “espécimes humanos reais para oferecer um manual visual“ do corpo humano, diz o comunicado oficial. O processo a partir do qual foi possível organizar a exposição tem suscitado um coro de críticas no mundo todo. Os espécimes foram alvo de métodos de preservação para impedir a decomposição e permitir a dissecação de “sistemas e estruturas específicos“. Preconizado pelo alemão Gunther von Hagen, o método da “plastinação” resume-se na imersão do espécime ou orgão dissecado «em acetona para evacuar toda a água do corpo» . Posteriormente, leva um «banho de polímero de sili...

A ARTE DO DESENHO...

Fonte: http://olavosaldanha.wordpress.com/desenhos-incriveis-02/ (Lm)

Artistas contemporâneos africanos: a fé na obra do egípcio Fathi Hassan

1. Holy fatma, 2007, 41x29,5 x 5 cm, Mixed media on canvas 2. Revolution, 2007, 120x90x3 cm, Photo performance Fathi Hassan nasceu em 1957, no Cairo, Egipto. Ele é diplomado pela Escola de Belas Artes de Nápoles (Itália). Primeiro artista egípcio seleccionado na Bienal de Arte Moderna de Veneza, Fathi Hassan vive e trabalha na Itália desde 1979. Espiritualidade e fé ocupam um lugar importante na obra de Fathi Hassan. “Holy Fatma” é uma homenagem à mulher africana que, para o artista, merece ser criada no céu porque como a Virgem, ela é o refúgio da violência e do exercício da humanidade. Pode ser atingida apenas por meio do coração e a adoração. “Revolução” é uma ilustração de que ser preto ou branco não tem nenhuma importância. Só a fé conta. Em "Revolução”, o artista chama à tolerância, a aceitação do outro, na diferença. Fonte: http://www.dakart.org/rubrique.php3?id_rubrique=197 Photo : Graphic Arts dellaTorre, Urbino, Italy