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Mostrando postagens de julho 9, 2009

Como surgiram os nomes das cores?

Essa matéria sobre a História das Cores relaciona expressões linguísticas com história para justificar a origem de alguns dos nomes das cores. Muito interessante. Espero que seja proveitoso para todos! por Rita Loiola SORRISO AMARELO Na Antiguidade, pensava-se que a icterícia, uma doença que deixa as crianças amareladas, vinha da bílis, secreção produzida pelo fígado que era chamada "humor amargo". No latim, amargo era amargus, que no diminutivo virava amarellus, que acabou virando amarelo AGENTE LARANJA Quando os árabes resolveram fazer uma "visitinha" à Europa, trouxeram na bagagem a fruta laranja - nárandja, em árabe. De lambuja, acabaram batizando a cor CARTA BRANCA Em geral, dizemos que algo bem liso e brilhante é "branquinho". Os latinos também achavam isso e pegaram o germânico blank, que significa polido, para falar da cor. Aliás, o termo "armas brancas", usado para facas e punhais, vem daí: branco de polido, reluzente NO "APRETO...

Livros que li ou continuo lendo a partir de 2007

Pessoal, Adiante, listo alguns livros que iniciei a leitura em 2007 e que continuam sendo referências nos textos que escrevo e trabalhos que realizo. Quando tiverem oporunidade, dêem uma conferida. Recomendo! Abraços, Erinaldo FRANZ, Teresinha Sueli. Educação para uma compreensão crítica da arte. Florianópolis: Letras contemporâneas, 2003. HERNÁNDEZ, Fernando. CATADORES DA CULTURA VISUAL. Porto Alegre: Mediação, 2007 OLIVEIRA, Marilda Oliveira de, HERNÁNDEZ, Fernando. A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E O ENSINO DAS ARTES VISUAIS. Santa Maria (RS), editora UFSM, 2005 PINHEIRO, Antonio Carlos Ferreira. Da era das cadeiras isoladas à Era dos Grupos Escolares na Paraíba. Campinas, SP: Autores Associados; São Paulo: Universidade São Francisco, 2002 SHINER, Larry. La invención del arte: una historia cultural. Barcelona: Paidós, 2004.

Jesuitismo em cartoons.

Pessoal, É com prazer que posto mais alguns cartuns elaborados por meus alunos de História do Ensino das Artes Visuais, disciplina que ministro na UFPB. Os cartuns foram elaborados após discutirmos a perspectiva educacional, a qual incluía o ensino de artes e ofícios, defendida pelos jesuítas no Brasil. Adiante, Kelly Cristine elaborou um cartun que sintetiza a meta prioritária da educaçao jesíticia: educar para salvar a alma. Interessante o processo de disciplinarizaçao adotado para se atingir este objetivo. No cartun seguinte, Felipe Silva enfatiza a mensagem principal e contraditória veiculada pelos jesuítas: a promessa de liberdade divina em confronto com açoes escravistas e dominadoras. No último cartun, Illian Narayama associa a cruz sagrada com a crucificaçao dos principais valores da populaçao indígena empreendida pela catequizaçao. Ao lado, palavras que sintetizam algumas consequências do processo civilizatório. Parabenizo a turma pela maneira como conseguiram transpor a discu...